sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Por que correr está ficando tão caro?

No início do ano, uma discussão nas redes sociais, capitaneada pelo meu colega Raimundo Bentes, me chamou a atenção para o preço cobrado por uma prova da Adidas em Brasília: R$ 135,00, com a taxa de conveniência.  A última prova de que participei aqui foram as 10 milhas Mizuno, ano passado, pela qual paguei  R$ 75,00 e ainda tive que escrever nesta coluna sobre o erro grosseiro da aferição do percurso cometido pela organizadora, além da falta de água e esponjas no posto final de hidratação. Ou seja, pagamos e não levamos. Como todo cliente insatisfeito diante de uma prestação de serviço mal feita, deveríamos ter pedido algum ressarcimento. Melhor ainda: a organizadora deveria ter se desculpado e oferecido alguma compensação, mas é claro que nada disso aconteceu.
Diante de competições profissionais, que cobram por um serviço estabelecido em regulamento, estamos muito amadores como clientes. Aceitamos pagar qualquer preço e não reclamamos quando o serviço é meia boca. E pior: continuamos a comprar o mesmo serviço ano após ano. Há algo errado nessa história. Felizmente, parece que estamos acendendo uma luz no fim do túnel ao discutirmos o assunto.
É fato que a corrida de rua se transformou em reduto dos que buscam saúde, esporte, lazer  e – por que não? – beleza. Há uma rotatividade cada vez maior dos praticantes. Muitos iniciam no esporte, participam de algumas provas, e depois desistem. Outros  seguem carreira e avançam empolgados, buscando participar cada vez mais dos eventos esportivos. Por isso, existe um público sempre ávido por novidades na corrida que, a meu ver, mantém os preços das provas nas alturas e subindo.  Para estas pessoas, é muito válido trocar uma conta do bar por uma inscrição; afinal, estão investindo em saúde.
Por outro lado, quem reclama é quem já tem algum tempo de estrada, está acompanhando o movimento de mercantilização da corrida e se antes participava de uma prova por semana para se manter em forma, encontrar a equipe, avaliar seu condicionamento ou simplesmente confraternizar, hoje já não consegue pagar essa conta e teve que reduzir o número de competições.
Mas, afinal, qual é o preço justo para uma prova? Apesar de sabermos que a resposta depende da expectativa, dos objetivos e da disponibilidade financeira de cada um, se formos tratar dos custos e do lucro para o organizador creio que existe um preço “correto”, “ideal”, que torna a competição justa para atletas e empresários. Esse preço há muito deixou de existir e está claro que os ganhos devem estar sendo exorbitantes. Isso sem falar que o serviço oferecido deixa muito a desejar: por este site ficamos sabendo de falta de água, falta de medalha, camisetas de péssima qualidade, erros na aferição do percurso, falta de segurança no trajeto e tantos outros problemas que ocorrem diuturnamente nas competições em Brasília.
Então fica a pergunta: o preço que estamos pagando pelas provas – sim, milhares de nós seguem firme bancando altas inscrições – é justo? Se não é, por que ainda pagamos? Qual a saída para continuarmos competindo em Brasília sem gastar mais de R$ 100,00 a cada prova?   E como já disse antes, a consciência do preço correto de uma inscrição tem que passar pelos proprietários das assessorias esportivas, já que são eles os que mais levam alunos para as provas.
Por que correr está ficando tão caro?
Fonte: http://www.corredorderua.com.br/2013/01/porque-correr-esta-ficando-tao-caro/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Após quase um mês internado, Balestrin terá alta nesta quinta

Internado desde 13 de janeiro, o piloto Henrique Balestrin, 20, receberá alta do Hospital Miguel Couto, no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, segundo informou a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.
Ele foi internado após sofrer uma queda durante o aquecimento para a disputa da Copa do Brasil de Motocross Freestyle. Ele deu um salto com sua moto, mas perdeu o controle durante a queda e bateu com a cabeça no chão.
Ele recebeu os primeiros atendimentos no local do acidente e foi levado em seguida ao hospital, onde passou por uma cirurgia de emergência. O piloto teve traumatismo craniano, grave lesão no pulmão e duas fraturas cervicais. Ele ficou em coma induzido.
Após quase um mês internado, Balestrin terá alta nesta quinta

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Correr em trilhas

Correr em trilhas


Quem corre, sabe que é fácil inovar. É só mudar de ares. “Correr sempre no asfalto da cidade pode tornar o exercício muito mecânico. Por isso, aproveitar as férias para correr em uma trilha é uma maneira de continuar a praticar sem cair na monotonia”, diz o esportista e montanhista George José Volpão, que corre em trilhas de montanhas há 15 anos.  A corrida em trilha tem características que a distanciam do treino no asfalto ou na esteira, como tipo de piso, equipamentos, intensidade e tipos de lesões, e que interferem no resultado do exercício. Por isso, é importante conhecer bem esta modalidade antes de começar a praticá-la.
O treino nunca é o mesmo
Uma das principais vantagens de correr em trilhas é a paisagem. Entrar em contato com elementos da natureza enquanto faz uma atividade física pode ser até mais revigorante e agradável do que praticar exercícios na cidade ou na academia. “Em uma corrida de trilha há sempre uma variação na paisagem, mesmo se a corrida for feita exatamente no mesmo percurso. Há grandes mudanças nas cores dependendo do clima, do horário e da época do ano”, diz George Volpão.
Corrida mais intensa
Estudos realizados nos Estados Unidos mostraram que correr trilha queima, em média, 28% mais calorias do que no asfalto. Isso acontece por que o corpo precisa trabalhar um maior número de músculos durante o trajeto porque o piso de terra, lama e pedras de uma trilha faz nossas pernas e quadril ter um trabalho maior. “É muito comum ficar com dor no quadril depois de uma corrida em trilha, já que os músculos dessa região são poucos trabalhados em outros tipos de corrida. Depois de um tempo praticando trilha, a musculatura se fortalece e o desconforto diminui”, diz George.
Menos lesões
Em uma trilha, cada vez que o pé toca o solo, uma variedade diferente de músculos é acionada, devido às irregularidades do solo. Por ser um exercício com pouca repetição de movimentos, as articulações, tendões, ossos e músculos ficam mais protegidos de lesões comuns no treino feito na cidade. “O piso mais macio também protege nossas articulações de impactos que causariam lesões”, comenta George.
Mesmo assim, algumas lesões podem acontecer e é preciso ficar atento. Como o piso é muito irregular e muitas vezes é fofo, as torções são mais comuns nas corridas de trilha, principalmente para os corredores urbanos que começam com um ritmo muito acelerado sem estarem preparados. “O maior perigo de lesões em uma trilha são as quedas, que acontecem basicamente quando corredores não mudam o ritmo em uma descida. Os tornozelos e os punhos são os locais mais afetados, já que há o instinto de colocar a mão para tentar amortecer o impacto”, diz George Volpão.
Comece devagar
Como a corrida em trilha possui características diferentes da que é feita na cidade, mesmo um corredor já acostumado com grandes distâncias no asfalto precisa começar com calma. Ele não deve se preocupar com a distância percorrida, e sim com o tempo de exercício. “Como em uma trilha há uma variedade de elementos que fazem o nosso corpo trabalhar mais, como mudanças no tipo de piso, subidas e descidas, curvas, rios e obstáculos no meio do caminho, os músculos fazem um esforço maior se comparado à mesma distância percorrida nas ruas planas da cidade”, diz o montanhista.
Preocupação com os acessórios
Durante um treino na trilha é importante lembrar que dificilmente você irá encontrar lojas de equipamentos para ajudar nos momentos de necessidade. Por isso, é importante sair de casa com todos os acessórios indicados para manter o ritmo elevado e não passar por dificuldades. Uma mochila ou pochete com uma garrafa de água, uma barrinha ou um gel energético e uma fruta não pode faltar no kit de quem está se preparando para correr em uma trilha.
A escolha do calçado adequado também é fundamental. “Para correr em uma trilha, onde o piso é muito irregular e também existem muitas subidas e descidas, o calçado feito para corridas no asfalto não é indicado. É preciso usar um tênis que tenha um cano um pouco mais alto, principalmente na parte de traz no tornozelo, para deixar o pé firme e evitar torções”, diz George Volpão. Esse tipo de calçado não costuma ser muito mais caro do que o de corrida normal.
Conheça o percurso
Principalmente para quem está começando, é importante saber quais as surpresas que o seu trajeto pode trazer. “Os iniciantes devem optar por trilhas mais planas, não tão longas e devem saber a hora de parar e voltar”, diz o esportista. Segundo George, muitas pessoas se empolgam na hora de fazer uma trilha, e acabam ficando muito longe do caminho de volta. “Em uma trilha, nunca podemos esquecer que o caminho de volta será feito a pé, e não podemos pegar um táxi para voltar para casa”.
Hora certa para correr
Correr muito cedo ou quando sol está se pondo, horários bastante populares para fazer uma corrida na cidade, não são os mais indicados para fazer uma trilha. No escuro, fica mais difícil ver as irregularidades no piso, o que facilita torções, quedas e machucados. Além disso, se a trilha for muito fechada, com pouca iluminação fica mais fácil se perder. “Como as mudanças no piso são constantes, o corredor de trilha deve sempre pensar nos próximos três passos que dará para preparar o corpo e fazer o movimento certo. No escuro, isso fica mais difícil”, diz o especialista.
Trabalha a coordenação
A trilha trabalha a nossa percepção de como o corpo se move e onde ele se encontra, ou seja, nossa coordenação motora e nossa concentração. “Com tantos estímulos diferentes, sejam eles visuais, táteis, sonoros ou olfativos, durante um treino, o nosso corpo com o tempo fica mais ágil e mais resistente a caminhas e corridas, mesmo quando elas voltam a ser feitas no asfalto”, explica George Volpão.
Treine para se recuperar
A menor velocidade se comparado à corrida de rua faz do treino na trilha um bom lugar para se recuperar suas articulações e músculos de um treino mais intenso feito no dia anterior. “Não é preciso ir muito longe para encontrar uma trilha para correr. A maioria dos parques nas grandes cidades tem trilhas para esse fim. Para quem está começando ou está se recuperando de alguma lesão, essas trilhas menos extensas são uma ótima opção”, diz George Volpão.
Fonte e Fotos: Site Minha Vida

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Projeto Verão Mais oferecerá atividades na praia


Deve iniciar, na tarde desta terça, as atividades do projeto Verão Mais, de responsabilidade da SMTEL (Secretaria Municipal de Esporte Turismo, Esporte e Lazer). A intenção, segundo o titular da pasta, Luiz Antonio Parise, é “aproximar a secretaria da comunidade, abrindo espaço para a prática esportiva na beira da praia”. 
A estrutura é composta de uma quadra de voleibol, caminhadas orientadas, ginástica e duas quadras de Beach Tennis, modalidade já bastante praticada em muitas praias do litoral norte gaúcho e em Santa Catarina.
O espaço está localizado em frente à guarita número seis, cerca de um quilômetro da estátua de Iemanjá. O projeto, que funcionará nas terças, quintas e sextas, das 14 às 20h, tem fornecimento de material e apoio técnico totalmente gratuito.
Ainda, segundo Parise, o objetivo é propiciar à comunidade rio-grandina uma atividade diferenciada e saudável na orla marítima, com supervisão e atendimento da equipe técnica da Unidade de Esporte e Lazer da SMTEL.
Fonte: Jornal Agora

Atividades do Sistema Fecomércio-RS/Sesc seguem agitando a rotina dos veranistas

Até o dia 24 de fevereiro, o Sistema Fecomércio-RS/Sesc leva para a beira da praia uma série de ações gratuitas para os veranistas. Os balneários do Cassino, Laranjal e São Lourenço do Sul são contemplados com uma programação diária que visa levar mais qualidade de vida às pessoas. Atividades físicas, recreativas e culturais estão entre as opções oferecidas aos veranistas.

A programação do Estação Verão Sesc nas praias é a seguinte: 8h - caminhada; 9h - dança recreativa; das 9h às 12h – massagem; 10h – alongamento; das 10h às 12h – recreação; das 10h30min às 11h30min - banho para todos na cadeira anfíbia; das 14h às 19h – recreação; das 16h às 17h30min - banho para todos na cadeira anfíbia; das 17h30min às 18h - iniciação de futebol; 18h -dança recreativa e às 19h - alongamento.
O Estação Verão Sesc, que teve início em 27 de dezembro e segue até 24 de fevereiro está em sua 10ª edição e visa levar qualidade de vida ao litoral por meio de ações nas áreas de saúde, lazer, esporte e educação. As atrações são gratuitas, abertas a toda comunidade e acontecem nas Casas Sesc montadas à beira-mar.
Atividades do Sistema Fecomércio-RS/Sesc seguem agitando a rotina dos veranistas
Atividades físicas fazem parte da programação diária à beira-mar
Fonte: Jornal Agora

domingo, 3 de fevereiro de 2013

GRENAL é GRENAL

Mas a vitória, essa é nossa!
   2  X  1 

3º Comando Regional de Bombeiros é o homenageado da XX Supermaratona

Divulgado hoje o homenageado pela edição 2013 da Supermaratona Cidade de Rio Grande.
Este ano, a homenagem será prestada ao 3º Comando Regional de Bombeiros, pela passagem do seu centenário, conforme histórico abaixo:

Centenário do Corpo de Bombeiros do Rio Grande
A cidade de Rio Grande criou através do Ato nº 623, de 07 de Fevereiro de 1913 os Serviços de Extinção de Incêndios.
Em 18 de Agosto de 1952- CONTINGENTE DE BOMBEIROS DE RIO GRANDE, passou a denominar-se COMPANHIA ESPECIAL DE SOCORRO, ligada ao 6ºBPM.
Em 24 de Abril de 1975 – Criado o 3º GRUPAMENTO DE INCÊNDIO (3ºGI), no município de Rio Grande, com a responsabilidade territorial sobre 32 municípios, posteriormente passou a denominar-se 3º GRUPAMENTO DE COMBATE A INCÊNDIO (3ºGCI)
Em 22 de Janeiro de 1998, foi criado o CRBSul, que em 22 de Janeiro 2004, passou a denominar-se 3º COMANDO REGIONAL DE BOMBEIROS, atual denominação, com responsabilidade territorial sobre 21 municípios da região Sul do Estado.
O atual comandante do 3º CRB é Major QOEM MARCO LEANDRO PETRY.
Ao longo de sua centenária existência o corpo de bombeiros do Rio Grande esteve sempre presente nos momentos mais difíceis, estendendo a mão e trabalhando sempre em prol da proteção da comunidade riograndina.

“Nossa história, sua proteção”

Fonte: ACORRG